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O Hino da Aplac: Vozes que Acendem e Iluminam

No marco do Jubileu de Turquesa da Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências, nasceu uma composição que é mais que música — é manifesto, memória e missão. O Hino da APLAC foi concebido por dois acadêmicos de brilho singular: Letra de Paulo Oliveira, um mestre das palavras, cuja mente viva transcende os limites da […]

Bandeira da Aplac: pavilhão da claridade.

O Pavilhão da claridade – assim cognominado por seu criador, acadêmico Mauricio Gomes Alves – constitui-se de um campo de sinopla (VERDE) dividido pela cruz grega de argente (prata) e lembra os Campos de Pinheiro banhados pelo Pericumã. Símbolo e cor da esperança, a cor verde também alude ao jardim de Academus, onde Platão fundou […]

A Usina de Ideias: Onde o Imaginário Gira em Alta Voltagem

Foi num dia de sessão solene, entre o trajeto do hotel à sede da Academia, que a saudosa acadêmica Marita Lobato Gonçalves transformou um acaso em epifania. Ao informar ao taxista o destino — a sede da APLAC — recebeu em troca um olhar confuso. Após explicações, o chofer exclamou com naturalidade: “Ah, é lá […]

O Lema: Accendere ut Illuminet

Viva Moema. Uma lembrança luminosa que nunca se apagará. Entre os pilares fundadores da Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências, brilha com intensidade singular o nome de Moema de Castro Alvim — mente brilhante, alma versátil, e espírito incansável. Filha do renomado farmacêutico José Paulo Alvim, seguiu os passos do pai na ciência, tornando-se […]

O Prédio da Antiga Usina:  Luz, Letras e Memórias

Contemplo a velha casa, repleta de boas lembranças. Hoje, com a idade de 104 anos, é o cenário de uma longa história que começou a ser escrita em 1921, quando foi construída. Por suas dependências passaram pessoas ilustres, mas também pessoas simples que aqui trabalharam. Cada um, ao seu modo, contribuiu para as memórias de […]

José Sarney: A Profecia Escrita e Vivida

Na manhã chuvosa de 24 de abril de 1930, em Pinheiro, nasceu o menino José, como testemunha a notícia do Jornal Cidade de Pinheiro. Seu avô-profeta, Adriano, escreveu com giz atrás da porta: “Hoje nasceu no Maranhão um grande homem.” A palavra escrita ganhou vida. A profecia tornou-se destino. E o menino cresceu para honrá-la, […]