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Pinheiro 170 anos

A Princesa vive!

A Princesa resiste!

Ao longo de sua história muita coisa se fez, com o “progresso”, vieram as boas e as mazelas também.

Sempre escutei que minha cidade é a terra do já teve. Queria tanto discordar, fiz um pouco para mudar. Principalmente o pensamento crítico dos meus alunos. A forma de aprender diferente e a perceber que só a educação transforma. Semeando sempre o amor pela nossa terra.

Trabalhando a obra de Aymore “Pinheiro em Foco” com meus alunos, em homenagem aos 170 anos da nossa Princesa, busquei também Moema, revendo seu blog…

Pinheiro: De Lugar do Pinheiro à Vila de Santo Inácio do Pinheiro

Pinheiro celebra, neste 3 de setembro de 2026, 170 anos da ascensão do Lugar do Pinheiro, marco inicial do nosso município, à categoria de Vila com a denominação de Vila de Santo Inácio do Pinheiro. Adquiriu, assim, a sua emancipação política e autonomia administrativa.

A luta foi árdua, travada, nessa época, entre os políticos locais com o apoio dos de Alcântara contra os de Guimarães a cuja Vila pertencia o Lugar do Pinheiro.

Essa pequena povoação foi fundada, em 23 de novembro 1806, pelo Capitão Inácio José Pinheiro, Capitão-mor da Vila de Alcântara. No ano seguinte, em 13 de maio

Os homens que vieram de longe

Sim, de muito longe mesmo. Deixaram o seu país arrasado pela guerra, seus familiares e amigos. Um compromisso de grande significação se lhes impunha o sacrifício. Era preciso dar prosseguimento à evangelização dos povos do noroeste maranhense.

Na companhia do Monsenhor Afonso Maria Ungarelli, nomeado por Pio XII, em 01 de junho de 1940, administrador apostólico da recém-criada Prelazia, chegaram a Pinheiro os missionários da Congregação do Sagrado Coração de Jesus: padres Fernando Meloselli, Augusto Mozzetti, Cornélio Dan, Fiorino Fiorini, Pedro Paulo Sambalino, Hamleto de Angelis, Humberto Giungarelli e frei José Preziosa.

Cadê a Graça de Santo Inácio?

Na manhã de 31 de julho, Pinheiro acordou em festa. Santo Inácio saiu à rua, capa preta ao vento, flores amarelas no andor, foguetes abrindo o céu em clarões breves. Mas havia um silêncio que não se explicava. Não era o silêncio da fé, mas o da ausência. Faltava a Graça.

<pNão a graça invisível que sustenta procissões, mas a Graça Leite mulher, figura discreta e constante, que se tornara parte da própria arquitetura da devoção, ao fundo da catedral, com seu terço na mão, em jejum rigoroso, sempre com muita alegria e vigor, sem deixar transparecer o menor sinal

O povo de Pinheiro e o padroeiro do município

Nas duas primeiras décadas do século passado, os festejos em homenagem a Santo Inácio, Padroeiro de Pinheiro, perderam muito daquela animação dos tempos passados.

A falta de um pároco permanente, na freguesia, deve ter contribuído bastante para tal situação. Nesse período, o monsenhor José Bráulio Nunes era vigário de São Vicente de Ferrer e, sempre que podia, principalmente, quando os campos começavam a secar, vinha a Pinheiro celebrar a festa de Santo Inácio e de outros santos dentro do calendário litúrgico da vila.

A partir de 1920, Pinheiro começou

A Pátria da Língua e o Éden dos Livros

Fernando Pessoa declarou com lucidez e paixão: “Minha pátria é a língua portuguesa”. E é verdade: nela cabem mil vozes, mil rostos, mil mundos. É o chão que nos prende à memória e a asa que nos lança ao futuro. E se a pátria é feita de cidadãos, é na biblioteca que eles encontram abrigo.

Fernando Pessoa declarou com lucidez e paixão: “Minha pátria é a língua portuguesa”. E é verdade: nela cabem mil vozes, mil rostos, mil mundos. É o chão que nos prende à memória e a asa que nos lança ao futuro. E se a pátria é

O Cidadão Tarquínio de Castro Leite

A APLAC e a Cidade de Pinheiro, comemoram hoje em Ato Solene: 10/JUN/2026 o Primeiro Centenário do ilustre confrade Tarquinio de Castro Leite, nascido em Pinheiro-MA, em 10/JUN/1926. Filho de Francisco da Costa Leite (Chico Leite) e Cecília de Castro Leite (Dona Ceci) cujos filhos são em número de 13 (treze). Ei-los: Enos (comerciante, casado com a Profa. Maria Vitória); Lígia (esposa de Waldenor Moraes, comerciante); Tarquinio (radiotelegrafista da Aeronáutica e professor); Juarez (funcionário da Câmara Federal); Diana (viúva de Orlico);

Grande mulher, insigne médica

Na sequência histórica da evolução das civilizações, constata-se o surgimento de muitas mulheres pontificando, em diferentes áreas do saber.

No entanto, em algumas sociedades, tais privilégios lhes eram suprimidos pois os homens os entendiam lhes serem exclusivos. O estudo da medicina era um deles.

Ocorreram, então, dois fatos que foram pondo abaixo essas barreiras. O comportamento moral estabelecido, no seio dos grupamentos sociais, e em consequência a rejeição das mulheres e seus respectivos pais e esposos…

Amélia Campos: A primeira mulher na política de Pinheiro.

Em uma época em que a participação feminina na política era rara e cercada de obstáculos, Maria Amélia de Oliveira Campos tornou-se um marco na história de Pinheiro. Primeira mulher a atuar politicamente no município, sua trajetória é exemplo de coragem, liderança e dedicação à causa pública.

Nascida no Rio Grande do Norte e criada em Belém do Pará, Amélia chegou a Pinheiro acompanhada do marido, Armindo Marques de Campos, português do Distrito de Aveiro. A mudança foi incentivada por famílias lusitanas já estabelecidas na cidade…

A história das religiões em Pinheiro

A religião Católica sempre foi a religião predominante na cidade de Pinheiro, desde a criação da freguesia de Santo Inácio do Pinheiro, em 26 de maio de 1855, pelo bispo primaz do Brasil, Dom Manoel Joaquim da Silveira. Mas duas religiões doutrinas vieram aflorar em nossa cidade: o Protestantismo e o espiritismo.           A religião […]

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