Editorial

As mães pinheirenses, acadêmicas e amigas da Aplac

A maternidade não se encerra no ventre, ou se limita ao acaso da natureza. É obra da vontade, vocação da alma, decisão do coração. Há mães que não gestam no útero, mas sim no amor. O sangue é contingência biológica; o cuidado é escolha, renovada todos os dias, em que reside grandeza e revela sua poesia maior no aperto de um abraço, ou de uma saudade.

A biologia que explica a gestação e o parto não define a maternidade.

Letras em Destaque

Grande mulher, insigne médica

Na sequência histórica da evolução das civilizações, constata-se o surgimento de muitas mulheres pontificando, em diferentes áreas do saber.

No entanto, em algumas sociedades, tais privilégios lhes eram suprimidos pois os homens os entendiam lhes serem exclusivos. O estudo da medicina era um deles.

Ocorreram, então, dois fatos que foram pondo abaixo essas barreiras. O comportamento moral estabelecido, no seio dos grupamentos sociais, e em consequência a rejeição das mulheres e seus respectivos pais e esposos…

Amélia Campos: A primeira mulher na política de Pinheiro.

Em uma época em que a participação feminina na política era rara e cercada de obstáculos, Maria Amélia de Oliveira Campos tornou-se um marco na história de Pinheiro. Primeira mulher a atuar politicamente no município, sua trajetória é exemplo de coragem, liderança e dedicação à causa pública.

Nascida no Rio Grande do Norte e criada em Belém do Pará, Amélia chegou a Pinheiro acompanhada do marido, Armindo Marques de Campos, português do Distrito de Aveiro. A mudança foi incentivada por famílias lusitanas já estabelecidas na cidade…

Dica de Leitura

Amor

O Amor

Publicações

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Amor

O que é o amor ?Para o poeta, o combustível para o seu produzir.Para o sensualista, o ápice do prazer.Para o servo de Deus, […]

A Literatura da Vida, do Trabalho e da Liberdade

Neste primeiro de maio, em que celebramos simultaneamente o Dia do Trabalho e o Dia da Literatura, a consciência histórica sobre quem somos e […]

Defensoria Literária: porque até os livros precisam de advogado

Pinheiro é terra de homens que fizeram da cultura sua missão. Domingos Perdigão, fundador da Faculdade de Direito do Maranhão e diretor da Biblioteca […]

Parabéns ao Vice-Presidente da APLAC, Professor José de Ribamar Castro! 

É com grande honra que a Usina de Ideias celebra a eleição de seu vice-presidente para a Academia Literária do Maranhão (ALMA), onde ocupará a cadeira nº 35, dedicada ao patrono Vespasiano Ramos.
Natural de Pinheiro (MA), Castro já integra a Academia Maranhense de Ciências Letras e Artes Militares (AMCLAM), ocupando a cadeira nº 37, patroneada pelo Pe. Arthur Gonçalves. Além disso, possui livros nas áreas juridica, filosófica e uma brilhante trajetória como Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) e professor em diversas instituições de ensino superior. Que esta nova etapa seja marcada por ainda mais realizações e contribuições para a cultura e o engrandecimento do Maranhão!

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O calendário da APLAC registra com imenso júbilo o aniversário de Aymoré de Castro Alvim, um dos cinco acadêmicos fundadores e idealizadores do nosso sodalício. Primeiro Secretário Geral da APLAC, Aymoré é exemplo de acadêmico, verdadeiro Heleno do Pericumã.  Ao aniversariante nossa gratidão e nossos efusivos parabéns com votos de Luminosidades.

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Mães: amor e luzes na vida e na história.

A maternidade não se encerra no ventre, ou se limita ao acaso da natureza. É obra da vontade, vocação da alma, decisão do coração. Há mães que não gestam no útero, mas sim no amor. O sangue é contingência biológica; o cuidado é escolha, renovada todos os dias, em que reside grandeza e revela sua poesia maior no aperto de um abraço, ou de uma saudade.

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Celebrar a Língua Portuguesa é valorizar nossa identidade, cultura e história. Uma língua que nos conecta, nos representa e nos dá voz todos os dias.
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A Língua Portuguesa é sentimento, memória e expressão. É nela que contamos quem somos. É a unidade de povos. 
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Neste Dia da Língua Portuguesa, reforçamos a importância da leitura, da escrita e do conhecimento como ferramentas de transformação.

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Primeiro de Maio: duas razões, um pensamento. 

Neste primeiro de maio, em que celebramos simultaneamente o Dia do Trabalho e o Dia da Literatura, a consciência histórica sobre quem somos e de onde viemos interpela a reflexão sobre o valor da dignidade humana e os instrumentos que a sustentam. O trabalho, quando livre e digno, é expressão da cidadania; a literatura, quando cultivada, é chama que ilumina consciências. Ambos se entrelaçam como pilares de emancipação.

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