Editorial

O primeiro edifício de Pinheiro

O primeiro edifício de Pinheiro foi a fé. Esta afirmação me reporta Adão da Costa Amorim, o Mestre Adão — patrono da cadeira que ocupo na APLAC – homem da construção civil, ajudou a erguer as torres da atual catedral de Pinheiro, além de tantas outras edificações de beleza singular, algumas já desaparecidas. Não poderia — seja pela devoção que carrego na alma e pelo amor que trago a Pinheiro no coração — deixar despercebida a passagem do bicentenário da provisão da licença

Letras em Destaque

A Pátria da Língua e o Éden dos Livros

Fernando Pessoa declarou com lucidez e paixão: “Minha pátria é a língua portuguesa”. E é verdade: nela cabem mil vozes, mil rostos, mil mundos. É o chão que nos prende à memória e a asa que nos lança ao futuro. E se a pátria é feita de cidadãos, é na biblioteca que eles encontram abrigo.

Fernando Pessoa declarou com lucidez e paixão: “Minha pátria é a língua portuguesa”. E é verdade: nela cabem mil vozes, mil rostos, mil mundos. É o chão que nos prende à memória e a asa que nos lança ao futuro. E se a pátria é feita de cidadãos, é na biblioteca que eles encontram abrigo.

O Cidadão Tarquínio de Castro Leite

A APLAC e a Cidade de Pinheiro, comemoram hoje em Ato Solene: 10/JUN/2026 o Primeiro Centenário do ilustre confrade Tarquinio de Castro Leite, nascido em Pinheiro-MA, em 10/JUN/1926. Filho de Francisco da Costa Leite (Chico Leite) e Cecília de Castro Leite (Dona Ceci) cujos filhos são em número de 13 (treze). Ei-los: Enos (comerciante, casado com a Profa. Maria Vitória); Lígia (esposa de Waldenor Moraes, comerciante); Tarquinio (radiotelegrafista da Aeronáutica e professor); Juarez (funcionário da Câmara Federal); Diana (viúva de Orlico);

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É junho outra vez, no Maranhão

Chegou o mês de junho — e, no olhar naturalista de Aluísio Azevedo em O Mulato, o mais bonito do Maranhão. O céu se […]

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Efemérides na Academia. 

Luminosidades no sodalício dos Helenos do Pericumã. Mais uma vida comemorada com solenidade e luminosidades. Parabéns, confreira!

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São Pedro continua a festa de São João, que Santo Antônio começou! 

São Pedro das barcas, São Pedro das promessas, São das chuvas. No Maranhão, São Pedro dos tambores, do maracá e da matraca.  Da Zabumba e do pandeirão. Da orquestra e da poesia do mar e do sol.

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É São João outra vez! 

Entre versos, tambores e tradições, o São João do Maranhão reafirma a grandeza de uma cultura que resiste, baila e ilumina a noite com sua fogueira e a poesia com seu encanto.

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É festa de Santo Antônio, o mastro é levantado e o mastarel acusa: É São João no Maranhão. 

"Antônio santo
De Jesus querido
Valei-me Antônio 
No maior perigo"

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Neste ano, celebramos o centenário de um farol das letras e das artes: o imortal da Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências, a PLAC. Sua obra, que atravessou gerações, continua a inspirar e a iluminar o nosso caminho, deixando um legado imortal para a cultura e a sociedade.

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