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Memória Fotográfica: 100 Anos de Frei José Preziosa

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA: 100 ANOS DE FREI JOSÉ PREZIOSA(Sandra Mendes, APLAC) Frei José Preziosa nasceu em 19 de janeiro de 1921. Pais: Pietro Preziosa e Rosa Carriera.  Chegou no Brasil em 15 de agosto de 1946 e teve dificuldades com os costumes e idioma.      (Porto de Nápoles, instantes antes de viajar para o Brasil, […]

Salus Populi Suprema Lex Esto!

SALUS POPULI SUPREMA LEX ESTO! José Márcio Soares Leite * Nestes dias de início de administração dos Prefeitos Municipais, bem como da composição de seu secretariado, deparei-me com questionamentos de um ex-aluno, já graduado, do curso de medicina, recentemente guindado ao cargo de Secretário de Saúde de um município da baixada Maranhense, no intuito de […]

Graça Aranha: 90 Anos Depois

GRAÇA ARANHA: 90 ANOS DEPOIS(Valdete Soares Queiroz, APLAC) Há exatamente 26 de janeiro de 1931, o Brasil fica em luto pela perda de um ilustre maranhense “cidadão do mundo”, Graça Aranha. Como um tecelão altruísta, Graça Aranha utiliza as oportunidades profícuas a sua intelectualidade, e na rede de teias por ele tecidas torna-se: Jurista, ensaísta, […]

Mensagem 002/2021/GP-Aplac: Centenario di Frei Giuseppe Preziosa, MSC

ACADEMIA PINHEIRENSE DE LETRAS, ARTES E CIÊNCIAS —— GABINETE DA PRESIDÊNCIA —— Mensagem 002/2021/GP-APLAC In Memoriam di Frei Giuseppe (José) Preziosa, MSC. “Ehi, ragazzo!” È un sussurro che viene in mente oggi a tutti coloro che hanno conosciuto quest’uomo basso, ma gigante nella fede; ma questo sussurro riecheggia anche nelle orecchie di tutti quando, intrisi […]

Poesia & Poesia: Tocando a Vida

TOCANDO A VIDA. (Aymoré Alvim, ALL, AMM, APLAC). Vou lhes contar uma história Que a santa Bíblia nos trás De um sujeito que um dia Nos colocou numa fria Foi embora e nunca mais. Vivia o cara sozinho Num paraíso encantado Não caçava e nem pescava. Pois tudo tinha ao seu lado. Mas como todo […]

Mensagem de Ano Novo

FELIZ ANO NOVO (Aymoré Alvim, acadêmico da AMM, ALL, APLAC).   Mais um ano se vai Ou que passa? Não importa! Na verdade, como nenhum outro, Foi atípico. Marcou presença. Deixou marcas indeléveis, Mudou a face do mundo.   Ao longo do seu curso, Pontificou algo invisível, Em cujo rastro espalhou Tristeza, saudades, consternação.   […]