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O Prédio da Antiga Usina:  Luz, Letras e Memórias

Contemplo a velha casa, repleta de boas lembranças. Hoje, com a idade de 104 anos, é o cenário de uma longa história que começou a ser escrita em 1921, quando foi construída. Por suas dependências passaram pessoas ilustres, mas também pessoas simples que aqui trabalharam. Cada um, ao seu modo, contribuiu para as memórias de […]

José Sarney: A Profecia Escrita e Vivida

Na manhã chuvosa de 24 de abril de 1930, em Pinheiro, nasceu o menino José, como testemunha a notícia do Jornal Cidade de Pinheiro. Seu avô-profeta, Adriano, escreveu com giz atrás da porta: “Hoje nasceu no Maranhão um grande homem.” A palavra escrita ganhou vida. A profecia tornou-se destino. E o menino cresceu para honrá-la, […]

Sarney: Guardião da Democracia 

Há 40 anos, o Brasil reencontrava o caminho da democracia, e José Sarney se tornava a figura central dessa transformação histórica. Das Águas do Pericumã ao Planalto De menino humilde em Pinheiro a Presidente da República, Sarney assumiu, em 15 de março de 1985, um papel crucial no processo de redemocratização, carregando consigo as raízes […]

Barbosa de Godois: Nume Maranhense

“Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos.” A sentença de Cora Coralina, hoje se aplica a Barbosa de Godois, autor da letra do Hino do Maranhão e um dos fundadores da Academia Maranhense de Letras. Há 100 anos, no dia 04/09/1923, falecia o ludovicense Antônio […]

As águas do Pericumã

Nas margens serenas do Pericumã,Desfilam águas como sonhos da manhã,Serenas e calmas, em doce reflexo,Guardam segredos no mistério complexo. O sol beija a superfície com leveza,Desenhando brilhos em dançante beleza,Cada onda uma nota na melodia sutil,Que conta histórias do tempo, um fio sutil. As árvores ao redor se curvam em reverência,Sussurrando preces de paz e […]

Parabéns minha Pinheiro

Poderia sim, dizer-te muito maisPoderia sim, fazer-te muito maisPorque mereces mais do que digoMereces mais do que faço Poderia sim, cuidar-te muito maisPoderia sim, amar-te muito maisAfinal, me destes tudo que tenhoSerei eu, então, um filho ingrato? Somente porque digo poucoPorque faço muito poucoPorque cuido pouco demaisOu por que amo pouco ou demais? Neste caldeirão […]

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