José Paulo de Carvalho Alvim: História, Emoção e Memória

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Minha homenagem aos 130 anos de nascimento
de José Alvim.

  

JOSÉ PAULO DE CARVALHO ALVIM – MEU PAI.

(Aymoré Alvim, APLAC, AMM, ALL).

Nascido aos 10 dias de janeiro de 1891, em
Codó – Maranhão, José Paulo de Carvalho Alvim ou, simplesmente, Zé Alvim ou Zé
Paulo era o segundo filho do casal de operários João Batista Nogueira Alvim e
Leonor Maria de Carvalho Alvim.
 

Após o falecimento do pai, viajou com a
mãe e o irmão Abelardo de Carvalho Alvim para São Luís.

Instalados em uma meia morada, na Rua da
Mangueira, enquanto concluía seus estudos, dona Leonor conseguiu colocá-lo como
aprendiz, nos Laboratórios João Vital de Mattos, onde iniciou a sua trajetória
exitosa como praticante de Farmácia.
 

Aplicado e muito dedicado ao aprendizado,
desde cedo conheceu os segredos da manipulação o que lhe assegurou, com apenas
19 anos, o diploma de Prático de Farmácia.

Quis, também, o destino que Zé Paulo, em
1908, chegasse a Pinheiro onde montou, em sociedade com um amigo que com ele
viera, uma Farmácia, à Rua Siqueira Campos, atual José Sarney.

Após dois anos, o sócio resolveu
vender-lhe a sua parte, o que permitiu a José Alvim que, em 10 de janeiro de
1911, inaugurasse a sua Farmácia da Paz cujo raio de ação comercial se estendeu
à boa parte da Região da Baixada Ocidental do Maranhão.

Dedicado à profissão que abraçou e
desenvolvendo suas atividades, principalmente, no campo da manipulação de
medicamentos, recebeu, em 1912 a oferta de um estágio, nas Farmácias
“Maravilha” e “Vidigal”, em Belém do Pará.

Ainda, em Belém, recebeu o convite para
integrar a Comissão Médica, chefiada pelo Dr. Prof. Carlos Chagas, para
desenvolver estudos das propriedades farmacológicas da Flora Amazônica,
visitando, ainda os países Peru e Bolívia.

Ao retornar dessa viagem, permaneceu por
mais uns meses, em Belém, na Farmácia Maravilha, para concluir seus relatórios
sobre os espécimes botânicos que ficaram sob sua responsabilidade, enviando-os,
a seguir, para o Rio de Janeiro.
 

Voltou, em meados de 1914 a Pinheiro,
reabriu sua Farmácia, dedicando-se, a partir de então até o seu passamento, à
sua profissão.

Não se furtou em dar sua contribuição ao
apoiar e participar de algumas atividades que marcaram a Revolução Cultural de
Pinheiro, iniciada em 1920 com a ascensão da Vila de Santo Inácio à categoria
de cidade.
 

Em 1925, fundou o jornal “A Vanguarda”, no
qual além do conteúdo político, oferecia também espaço para divulgação das
atividades artístico-culturais e esportivas locais.

Buscando incrementar, ainda mais, as
atividades socioculturais, participou com um grupo de amigos, em 1933, da
fundação do Club Cassino Pinheirense e, no ano seguinte, participou, também, da
criação da Sociedade Rádio Club Pinheirense.
 

Foi mais além. Aos 4 dias de setembro de
1937, reuniu um grupo de cidadãos pinheirenses e fundou a Sociedade Mutuaria
Pinheirense que inestimável ajuda, na área social e beneficente prestou à
comunidade de Pinheiro.

A porta da sua farmácia estava sempre
aberta a quem precisasse de uma orientação ou de um medicamento. Atendia a
todos com distinção e apreço. Por isso, granjeou o respeito e a admiração dos
pinheirenses que tinham nele um conselheiro, um confidente e, acima de tudo, um
amigo certo em todos os momentos.
 

Em 1939, casou-se com a srta. Inêz dos
Reis Castro com quem teve três filhos: Eu, Moema e José Paulo Filho, selando,
assim, o compromisso firmado com aquela cidade e seu povo que o receberam e o acolheram
como um dos seus e aos quais serviu com esmero e dedicação até o seu
falecimento ocorrido, em 9 de dezembro de 1952.

E, assim, presto, neste dia, o meu tributo
a esse homem que amei, aprendi a admirar e reverenciar a sua memória por que,
acima de tudo, usou a sua profissão para servir.

Assim era José Paulo de Carvalho Alvim,
Seu Zé Alvim ou, simplesmente, Zé Paulo, o meu pai.

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