No marco do Jubileu de Turquesa da Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências, nasceu uma composição que é mais que música — é manifesto, memória e missão. O Hino da APLAC foi concebido por dois acadêmicos de brilho singular:
Letra de Paulo Oliveira, um mestre das palavras, cuja mente viva transcende os limites da visão. Mesmo com deficiência visual decorrente de glaucoma, Paulo é autor de hinos de diversos municípios maranhenses, e sua verve poética pulsa com força e clareza.
Música de Elizeu Cardoso, acadêmico de talento musical reconhecido e reverenciado, cuja melodia dá corpo e alma à letra, elevando-a ao patamar de símbolo institucional.
A composição exalta a cidade de Pinheiro como berço de cultura e ciência, e a APLAC como estrela cultural no universo — “Acender-se e Iluminar”, lema que ressoa como refrão e como missão.
Cada estrofe é um retrato lírico da terra, da amizade, da glória e da vocação acadêmica. O hino não apenas celebra o passado e o presente, mas projeta o futuro com esperança e brilho — como um cometa no céu de brasileiros.
Ao ser entoado, o hino transforma qualquer cerimônia em rito de pertencimento. Ele é a voz da Academia, o som da memória, o canto da luz.
Hino da Aplac
(Marco do Jubileu de Turquesa da Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências)
Letra: Paulo Oliveira
Música: Elizeu Cardoso
Cercada de Verdes Campos
Nasceu uma cidade,
A Pinheiro de todos nós
Foco de prosperidade
Na cultura e na ciência
Núcleo de convivência
Entre os filhos da Verdade
ACENDER-SE E ILUMINAR
NOSSA APLAC REPRESENTA
UMA ESTRELA CULTURAL
NO UNIVERSO A BRILHAR (2X)
Das mil flores que brotaram
Nesse colo alvissareiro
Floresceu nossa Academia,
Refletindo ao mundo inteiro,
O valor de nossas letras
Brilhando como um cometa,
Neste céu de brasileiros
A sombra do palmeiral,
Prospero no Maranhão,
Do capim brotam as vidas,
Da noite milhões de luzes
Da amizade o conviver;
Aplausos a nossa entidade,
Na glória de sempre ser.
Ficha Técnica
Estúdio Zabumba Records
Produção: Luiz Cláudio
Intérprete: Elizeu Cardoso
Arranjos: Diogo Nazareth
Baixo: Diogo Nazareth
Metais: Jovan Lopes (Trombone), Nathan Jefferson (Trompete)
Percussões: Luís Cláudio
Teclados: Diogo Nazareth
Violão: Elizeu Cardoso
Técnico de gravação, mix e master: Diego Nobre
Gravado em Julho/Agosto – 2023

