Viva Moema. Uma lembrança luminosa que nunca se apagará.
Entre os pilares fundadores da Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências, brilha com intensidade singular o nome de Moema de Castro Alvim — mente brilhante, alma versátil, e espírito incansável. Filha do renomado farmacêutico José Paulo Alvim, seguiu os passos do pai na ciência, tornando-se especialista em parasitologia. Mas sua luz não se limitava aos laboratórios: Moema também iluminava as letras, mantendo o célebre sebo Papiros do Egito, um templo da cultura em São Luís.
Foi ela quem cunhou o lema que hoje pulsa no coração da APLAC: “Accendere ut Illuminet” — Acender-se e Iluminar. Mais que uma frase em latim, é uma convocação à vocação da Academia: ser chama e claridade, ser ideia e ação, ser memória e futuro.
Na bandeira do sodalício, Moema está eternizada no jasmim de jalde, o Lírio de Luz, onde sua memória é evocada na pétala mais alta — como quem continua a apontar caminhos, mesmo após a partida.
Sua contribuição não foi apenas institucional. Foi afetiva, intelectual, espiritual. Moema acendeu ideias, iluminou trajetórias, e deixou um rastro de luminosidade que ainda guia os passos da APLAC.
Por tudo isso, dizemos com gratidão e reverência: Viva Moema. Viva o Lema. Viva a Luz.

