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Mensagem aos Pais

Neste Dia dos Pais, celebramos a essência firme e essencial de homens que, sem buscar aplausos, constroem futuro com a autoridade serena de sua presença, desbravando seus limites para prover sentido, promover esperança e proteger a dignidade da descendência que abraçam.

Pai é direção que orienta, palavra que sustenta, silêncio que educa. É raiz pivotante que se aprofunda na responsabilidade que carrega o peso das decisões com serenidade, transformando cada ato em legado, cada passo em futuro, dando sombra ao abrigo do olhar que, paternal, abre caminho.

Cadê a Graça de Santo Inácio?

Na manhã de 31 de julho, Pinheiro acordou em festa. Santo Inácio saiu à rua, capa preta ao vento, flores amarelas no andor, foguetes abrindo o céu em clarões breves. Mas havia um silêncio que não se explicava. Não era o silêncio da fé, mas o da ausência. Faltava a Graça.

<pNão a graça invisível que sustenta procissões, mas a Graça Leite mulher, figura discreta e constante, que se tornara parte da própria arquitetura da devoção, ao fundo da catedral, com seu terço na mão, em jejum rigoroso, sempre com muita alegria e vigor, sem deixar transparecer o menor sinal

O povo de Pinheiro e o padroeiro do município

Nas duas primeiras décadas do século passado, os festejos em homenagem a Santo Inácio, Padroeiro de Pinheiro, perderam muito daquela animação dos tempos passados.

A falta de um pároco permanente, na freguesia, deve ter contribuído bastante para tal situação. Nesse período, o monsenhor José Bráulio Nunes era vigário de São Vicente de Ferrer e, sempre que podia, principalmente, quando os campos começavam a secar, vinha a Pinheiro celebrar a festa de Santo Inácio e de outros santos dentro do calendário litúrgico da vila.

A partir de 1920, Pinheiro começou

À Sombra da Capa Preta de Inácio

Chegou julho. Em Pinheiro, o mês não é apenas tempo; é destino. A memória, tecelã incansável, insiste em me devolver à infância, aos olhos erguidos para ver passar o andor de Santo Inácio. Altivo e monumental, o Santo ganhava vida no troar dos foguetes na saída da Catedral.

Recordo, como se fosse ontem, aquele 31 de julho em que, menino de dez anos, vi baixarem a imagem para ornamentar o andor. Zé Pereira, sacristão antigo, retirou o barrete de pano para sacudir a poeira.

O primeiro edifício de Pinheiro

O primeiro edifício de Pinheiro foi a fé. Esta afirmação me reporta Adão da Costa Amorim, o Mestre Adão — patrono da cadeira que ocupo na APLAC – homem da construção civil, ajudou a erguer as torres da atual catedral de Pinheiro, além de tantas outras edificações de beleza singular, algumas já desaparecidas. Não poderia — seja pela devoção que carrego na alma e pelo amor que trago a Pinheiro no coração — deixar despercebida a passagem do bicentenário da provisão da licença

A Pátria da Língua e o Éden dos Livros

Fernando Pessoa declarou com lucidez e paixão: “Minha pátria é a língua portuguesa”. E é verdade: nela cabem mil vozes, mil rostos, mil mundos. É o chão que nos prende à memória e a asa que nos lança ao futuro. E se a pátria é feita de cidadãos, é na biblioteca que eles encontram abrigo.

Fernando Pessoa declarou com lucidez e paixão: “Minha pátria é a língua portuguesa”. E é verdade: nela cabem mil vozes, mil rostos, mil mundos. É o chão que nos prende à memória e a asa que nos lança ao futuro. E se a pátria é

É junho outra vez, no Maranhão

Chegou o mês de junho — e, no olhar naturalista de Aluísio Azevedo em O Mulato, o mais bonito do Maranhão. O céu se veste de bandeirolas, o ar se enche do cheiro da lenha acesa e a zabumba pulsa no ritmo da terra, cadenciando lá no fundo o próprio bater do coração. Junho é promessa e memória; é o instante em que a identidade se veste de festa e a alma coletiva se reconhece em cada compasso.

Mas há um descompasso que não podemos silenciar: em pleno período junino,

O Cidadão Tarquínio de Castro Leite

A APLAC e a Cidade de Pinheiro, comemoram hoje em Ato Solene: 10/JUN/2026 o Primeiro Centenário do ilustre confrade Tarquinio de Castro Leite, nascido em Pinheiro-MA, em 10/JUN/1926. Filho de Francisco da Costa Leite (Chico Leite) e Cecília de Castro Leite (Dona Ceci) cujos filhos são em número de 13 (treze). Ei-los: Enos (comerciante, casado com a Profa. Maria Vitória); Lígia (esposa de Waldenor Moraes, comerciante); Tarquinio (radiotelegrafista da Aeronáutica e professor); Juarez (funcionário da Câmara Federal); Diana (viúva de Orlico);

As mães pinheirenses, acadêmicas e amigas da Aplac

A maternidade não se encerra no ventre, ou se limita ao acaso da natureza. É obra da vontade, vocação da alma, decisão do coração. Há mães que não gestam no útero, mas sim no amor. O sangue é contingência biológica; o cuidado é escolha, renovada todos os dias, em que reside grandeza e revela sua poesia maior no aperto de um abraço, ou de uma saudade.

A biologia que explica a gestação e o parto não define a maternidade.

Amor

O que é o amor ?Para o poeta, o combustível para o seu produzir.Para o sensualista, o ápice do prazer.Para o servo de Deus, o sentimento em sua maior pureza.Para a mãe, o doar-se de forma integral. Cada um o sente de forma diferente.Todos levados pelo sentimento .Alguns puros, outros nefastos. Para o egoísta, a […]

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